sexta-feira, 18 de junho de 2010

Consulta pública ANVISA 58/2010: controle na venda de antibióticos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebe, durante os próximos 30 dias, sugestões à proposta que pretende implantar medidas mais restritivas para a prescrição e comércio de antibióticos isolados ou em associação de uso sob prescrição médica. O objetivo da Consulta Pública nº 58/2010, publicada no diário oficial desta sexta-feira (18), é ampliar o controle sobre esses produtos e contribuir para a redução da resistência bacteriana na comunidade.

“O uso indiscriminado de antibióticos é um problema de saúde pública em todo o mundo. A idéia é que o controle sobre esses medicamentos seja feito de forma mais efetiva, contribuindo para o consumo racional desses produtos”, afirma o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello.

Entre as mudanças propostas está a exigência da prescrição médica em duas vias: uma fica retida no estabelecimento e a é outra devolvida ao paciente com o carimbo que comprova o atendimento. Até então, bastava apresentar a receita na farmácia ou drogaria para adquirir um antibiótico. As embalagens e bulas também terão que mudar e incluir a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA".

As medidas valem para mais de 90 substâncias antimicrobianas, que abrangem todos os antibióticos com registro no país. Quatro delas (amoxicilina, azitromicina, cefalexina e sulfametoxazol) terão regras ainda mais rígidas. Além da retenção da receita, as vendas dessas substâncias serão escrituradas, ou seja, as movimentações terão que ser registradas no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).

Existem na Anvisa cerca de 1200 apresentações de medicamentos registrados com essas quatro substâncias como princípio ativo. “Essas substâncias foram escolhidas por serem as campeãs de comercialização. A intenção da Agência, porém, é que outras sejam incluídas gradativamente no Sistema”, completou Dirceu Raposo.

Contribuições

Sugestões à Consulta Pública nº 58 de 2010 podem ser enviadas até o dia 17 de julho por escrito, em formulário próprio, para o endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/CPCON/GFIMP/GGIMP, SIA Trecho 5, Área Especial 57, Brasília- DF, CEP 71.205-050. As contribuições também serão recebidas por fax: (61) 3462- 5833 ou por e-mail: med.controlados@anvisa.gov.br.

Dados

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que mais de 50% das prescrições de antibióticos no mundo são inadequadas. Só no Brasil, o comércio de antibióticos movimentou, em 2009, cerca de R$ 1,6 bilhão, segundo relatório do instituto IMS Health.

Uma pesquisa publicada neste mês pelo Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Idec) comprovou a facilidade de comprar antibióticos sem receita. Os pesquisadores visitaram 104 farmácias, em dez estados brasileiros, e conseguiram adquirir os medicamentos em todos os estabelecimentos, sem receita médica.

FONTE: Imprensa / ANVISA

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Logística de medicamentos expande área e cresce até 40%

A empresa Oncoprod, que atua no segmento de logística de medicamentos de alta complexidade, prevê faturar este ano mais de R$ 1 bilhão, valor que, comparado ao de 2009, corresponde a um aumento de 33%. Para isso, a empresa distribuirá cerca de 500 itens diferentes de medicamentos fabricados por mais de 50 laboratórios farmacêuticos nacionais e estrangeiros, atendendo mais de 2.000 clientes por mês.

Para dar conta da demanda, a Oncoprod estuda a expansão de suas bases a três novas cidades no segundo semestre: Rio de Janeiro, Fortaleza e Curitiba, que serão agrupadas a São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Recife, e Salvador. "As novas unidades permitirão a intensificação do relacionamento com os clientes, aumentando a disponibilidade de produtos e a velocidade da entrega dos medicamentos vendidos pela empresa. Nossa presença física viabiliza a entrega de medicamentos em até 1 hora, independentemente do local em que eles estejam", afirmou o diretor de Marketing, Alessandro Montorso.

Segundo a empresa, a taxa de crescimento anual tem ficado na média de 35%. Mesmo com a crise econômica que afetou o mundo no ano passado, a empresa registrou um crescimento de 38% em relação ao ano anterior. Entretanto, a expectativa para este ano pode superar os 40%. "Somos especialistas no transporte deste tipo de medicamento, o que nos torna líderes deste mercado. Ainda assim ampliamos a linha de medicamentos que transportávamos, para atender a demanda", comentou Montorso.

No fim do ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou uma norma tornando obrigatório o monitoramento de todo medicamento produzido, dispensado e vendido no Brasil, mas poucas são as empresas que se adequaram a essa exigência, que tem previsão de estar totalmente implantada até 2012.Montorso comentou que a Oncoprod já rastreava os seus medicamentos havia mais de dez anos, e que todo produto comercializado pela companhia vem com um selo com código de barras, uma espécie de RG que contém o histórico de cada unidade do medicamento, desde a fabricação, passando pelas condições de armazenamento, transporte, até a entrega ao consumidor."Desde o início a empresa já prezava qualidade de serviço e segurança no transporte, além, é claro, de mostrar ao nosso cliente onde está o seu medicamento, de onde veio, para onde vai. Por isso criamos este sistema de código de barras", afirmou Montorso.

Criada em 1995, em São Paulo, por um grupo de empresários oriundos da área de medicina, a Oncoprod iniciou as suas operações enfocando a distribuição de medicamentos oncológicos (relacionados ao câncer) no Brasil. A partir de 2002, ampliou sua atuação, posicionando-se como distribuidora de medicamentos de alta complexidade, que, assim como os oncológicos, utilizam alta tecnologia de produção e exigem cuidados especiais de armazenamento e transporte. "Fomos pioneiros na distribuição deste tipo de medicamento no País, e hoje conseguimos abordar outros medicamentos que também precisam de cuidado na operação", finalizou o executivo da empresa.

Concorrência

Outra rede também tem apostado na distribuição de medicamentos: a operadora logística Center Cargo, que este ano pretende alcançar R$ 40 milhões de faturamento, 30% a mais do que no ano passado. Além disso a empresa espera investir R$ 9 milhões na construção de um terminal portuário em Santarém, no Pará. "A Center Cargo oferece todo o know-how necessário para o transporte de produtos farmacêuticos e equipamentos médico-hospitalares, contando com uma equipe de profissionais especializados no acompanhamento de todo o processo logístico, e agilidade em todos os órgãos anuentes", comentou o diretor da empresa, Jair Pereira.

Pereira comentou que o transporte de produtos e insumos requer uma condição especial de temperatura, que deve ser controlada e monitorada durante toda a cadeia logística, para o que são necessárias medidas especiais, que acabam por configurar um controle que evita perdas e prejuízo às indústrias.

"Para que a empresa seja habilitada a transportar os medicamentos ela deve cumprir algumas regras impostas pela Anvisa que é um órgão extremamente rígido. A Center Cargo investiu em tecnologia, capacitação profissional, equipamentos, frota de veículos inspecionada regularmente", afirmou o diretor.

Há quase 20 anos no mercado, a empresa afirma atuar também no segmento automobilístico com entrega de produtos, e diz ter visto no mercado de medicamentos a oportunidade para superar a crise no ano passado. "O transporte de medicamentos supriu a queda de demanda que tivemos em 2009 por conta da crise", pontuou Pereira.

A empresa Oncoprod pretende faturar R$ 1 bilhão este ano com logística de medicamentos de alta complexidade. Já a Center Cargo pretende faturar R$ 40 milhões com esta atividade.

fonte: portosenavios.com.br

Logística de medicamentos expande área e cresce até 40%

A empresa Oncoprod, que atua no segmento de logística de medicamentos de alta complexidade, prevê faturar este ano mais de R$ 1 bilhão, valor que, comparado ao de 2009, corresponde a um aumento de 33%. Para isso, a empresa distribuirá cerca de 500 itens diferentes de medicamentos fabricados por mais de 50 laboratórios farmacêuticos nacionais e estrangeiros, atendendo mais de 2.000 clientes por mês.

Para dar conta da demanda, a Oncoprod estuda a expansão de suas bases a três novas cidades no segundo semestre: Rio de Janeiro, Fortaleza e Curitiba, que serão agrupadas a São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Recife, e Salvador. "As novas unidades permitirão a intensificação do relacionamento com os clientes, aumentando a disponibilidade de produtos e a velocidade da entrega dos medicamentos vendidos pela empresa. Nossa presença física viabiliza a entrega de medicamentos em até 1 hora, independentemente do local em que eles estejam", afirmou o diretor de Marketing, Alessandro Montorso.

Segundo a empresa, a taxa de crescimento anual tem ficado na média de 35%. Mesmo com a crise econômica que afetou o mundo no ano passado, a empresa registrou um crescimento de 38% em relação ao ano anterior. Entretanto, a expectativa para este ano pode superar os 40%. "Somos especialistas no transporte deste tipo de medicamento, o que nos torna líderes deste mercado. Ainda assim ampliamos a linha de medicamentos que transportávamos, para atender a demanda", comentou Montorso.

No fim do ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baixou uma norma tornando obrigatório o monitoramento de todo medicamento produzido, dispensado e vendido no Brasil, mas poucas são as empresas que se adequaram a essa exigência, que tem previsão de estar totalmente implantada até 2012.Montorso comentou que a Oncoprod já rastreava os seus medicamentos havia mais de dez anos, e que todo produto comercializado pela companhia vem com um selo com código de barras, uma espécie de RG que contém o histórico de cada unidade do medicamento, desde a fabricação, passando pelas condições de armazenamento, transporte, até a entrega ao consumidor."Desde o início a empresa já prezava qualidade de serviço e segurança no transporte, além, é claro, de mostrar ao nosso cliente onde está o seu medicamento, de onde veio, para onde vai. Por isso criamos este sistema de código de barras", afirmou Montorso.

Criada em 1995, em São Paulo, por um grupo de empresários oriundos da área de medicina, a Oncoprod iniciou as suas operações enfocando a distribuição de medicamentos oncológicos (relacionados ao câncer) no Brasil. A partir de 2002, ampliou sua atuação, posicionando-se como distribuidora de medicamentos de alta complexidade, que, assim como os oncológicos, utilizam alta tecnologia de produção e exigem cuidados especiais de armazenamento e transporte. "Fomos pioneiros na distribuição deste tipo de medicamento no País, e hoje conseguimos abordar outros medicamentos que também precisam de cuidado na operação", finalizou o executivo da empresa.

Concorrência

Outra rede também tem apostado na distribuição de medicamentos: a operadora logística Center Cargo, que este ano pretende alcançar R$ 40 milhões de faturamento, 30% a mais do que no ano passado. Além disso a empresa espera investir R$ 9 milhões na construção de um terminal portuário em Santarém, no Pará. "A Center Cargo oferece todo o know-how necessário para o transporte de produtos farmacêuticos e equipamentos médico-hospitalares, contando com uma equipe de profissionais especializados no acompanhamento de todo o processo logístico, e agilidade em todos os órgãos anuentes", comentou o diretor da empresa, Jair Pereira.

Pereira comentou que o transporte de produtos e insumos requer uma condição especial de temperatura, que deve ser controlada e monitorada durante toda a cadeia logística, para o que são necessárias medidas especiais, que acabam por configurar um controle que evita perdas e prejuízo às indústrias.

"Para que a empresa seja habilitada a transportar os medicamentos ela deve cumprir algumas regras impostas pela Anvisa que é um órgão extremamente rígido. A Center Cargo investiu em tecnologia, capacitação profissional, equipamentos, frota de veículos inspecionada regularmente", afirmou o diretor.

Há quase 20 anos no mercado, a empresa afirma atuar também no segmento automobilístico com entrega de produtos, e diz ter visto no mercado de medicamentos a oportunidade para superar a crise no ano passado. "O transporte de medicamentos supriu a queda de demanda que tivemos em 2009 por conta da crise", pontuou Pereira.

A empresa Oncoprod pretende faturar R$ 1 bilhão este ano com logística de medicamentos de alta complexidade. Já a Center Cargo pretende faturar R$ 40 milhões com esta atividade.

fonte: portosenavios.com.br

Agência suspende propaganda irregular de medicamento

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), a proibição da propaganda, em todo o país, dos seguintes produtos: Kit Aveloz (composto pelos produtos Óleo de Copaíba, Composto 10 ervas, Graviola e Extrato de Aveloz) , Pomada Aveloz (RE 2.744/10) e Harp 100 (RE 2.743/10). Os produtos não possuem registro e, nos dois casos, as propagandas divulgam a errada idéia de que são indicados para fins terapêuticos.

A suspensão publicitária se aplica a todos os veículos de comunicação de massa, principalmente na internet. No caso dos produtos à base de aveloz, a proibição se aplica ao sitewww.tratamentocanceraveloz.com, que divulga informações de que os cosméticos são indicados para tratamento de doenças como câncer, aids e doenças crônicas.

No caso do Harp 100, também conhecido por Ervas Life Harp 100, os sites www.decanaturallife.meubox.com.br ewww.hotfrog.com.br informam que o produto é indicado para tratamento de doenças como artrite, artrose, reumatismo e dor na coluna.

A medida durará o tempo necessário para a regularização dos produtos às normas da Anvisa, assim como as propagandas publicitárias

FONTE: Imprensa/Anvisa

Anvisa altera norma sobre rastreabilidade de medicamentos

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou a norma para implantação da rastreabilidade de medicamentos no Brasil. A decisão, publicada no diário oficial desta quinta-feira (17), atendeu a um pedido da Casa da Moeda do Brasil, que precisará de mais tempo para finalizar o projeto de autenticidade e rastreabilidade de medicamentos.

A medida irá alterar o nono artigo da Instrução Normativa nº 1, de 13 de janeiro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 9º O Sistema de Rastreamento de Medicamentos será implantado gradualmente no País, com prazos fixados pela Diretoria Colegiada da Anvisa, a partir da aprovação do projeto final a ser apresentado pela Casa da Moeda do Brasil.”

Segundo o adjunto do diretor presidente da Anvisa, Pedro Ivo Ramalho, “assim que a Casa da Moeda finalizar todo o projeto, a Agência irá definir os prazos para que os selos de autenticidade e rastreabilidade comecem a aparecer nas embalagens de medicamentos”, afirma.

Para o adjunto do diretor presidente, embora a medida deixe em aberto os prazos para a implantação, não haverá atrasos no prazo dado pela Lei. “Até janeiro de 2012 cada farmácia terá um equipamento para permitir ao usuário ter a certeza da procedência do seu medicamento”, destaca.


Fonte: ANVISA


Anvisa altera norma sobre rastreabilidade de medicamentos

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou a norma para implantação da rastreabilidade de medicamentos no Brasil. A decisão, publicada no diário oficial desta quinta-feira (17), atendeu a um pedido da Casa da Moeda do Brasil, que precisará de mais tempo para finalizar o projeto de autenticidade e rastreabilidade de medicamentos.

A medida irá alterar o nono artigo da Instrução Normativa nº 1, de 13 de janeiro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 9º O Sistema de Rastreamento de Medicamentos será implantado gradualmente no País, com prazos fixados pela Diretoria Colegiada da Anvisa, a partir da aprovação do projeto final a ser apresentado pela Casa da Moeda do Brasil.”

Segundo o adjunto do diretor presidente da Anvisa, Pedro Ivo Ramalho, “assim que a Casa da Moeda finalizar todo o projeto, a Agência irá definir os prazos para que os selos de autenticidade e rastreabilidade comecem a aparecer nas embalagens de medicamentos”, afirma.

Para o adjunto do diretor presidente, embora a medida deixe em aberto os prazos para a implantação, não haverá atrasos no prazo dado pela Lei. “Até janeiro de 2012 cada farmácia terá um equipamento para permitir ao usuário ter a certeza da procedência do seu medicamento”, destaca.


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Disponíveis apresentações do workshop de fitoterápicos

Disponíveis apresentações do workshop de fitoterápicos16 de junho de 2010
Estão disponíveis no site da Anvisa, na
área específica de medicamentos fitoterápicos, as apresentações realizadas no I Workshop para discussão das novas normas de fitoterápicos. O encontro foi realizado na entre os dias 31 de maio e 01 de junho de 2010, na sede da Agência em Brasília.

Também foi disponibilizada a terceira versão do Consolidado de Normas para medicamentos fitoterápicos, dinamizados e notificados. O documento traz toda a legislação relacionada ao registro desses medicamentos e atualizações decorrentes dos questionamentos realizados no workshop.
FONTE: ANVISA